domingo, 10 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
CONVITE ESPECIAL - CULTO DE JOVENS
Hoje sábado dia 09/02/2013 às 19:00h na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Rua: Manoel Freire, n°198 Triunfo Potiguar/ RN. O grande culto de mocidade não perca. Muito louvor, adoração e a pregação da palavra de Deus, com a participação do departamento de mocidade da cidade de Florânia. Contamos com a presença de todos nesse dia tão especial.
Você é nosso convidado mais que especial, venha e
traga sua família.
PROGRAMAÇÃO DO CULTO.
15h00 Circulo de Oração
15h45 Ensaio para Conjunto.
16h00 Evangelização, que será a entrega de folhetos e
convidar as pessoas para o Culto.
18h00 o jantar para a mocidade de Florânia.
Contamos com a participação do Departamento de
Mocidade.
19h00 O Culto de Mocidade.
Pb. Damião Carlos de Araújo Dc. Josimar Ribeiro da
Silva
Presidente da Mocidade Vice Presidente da Mocidade
sexta-feira, 8 de março de 2013
LIÇÂO 10 HÁ UM MILAGRE EM SUA CASA
INTRODUÇÃO
Prof. José Roberto A. Barbosa
Em continuidade ao estudo de Elias e Eliseu, trataremos, na aula de
hoje, a respeito da história de um milagre. Inicialmente definiremos biblicamente
o que é um milagre, em seguida, abordaremos o texto bíblico alusivo à lição,
sobre a multiplicação do azeite da viúva, e ao final, mostraremos que o Deus da
Bíblia ainda é o mesmo e que realiza milagres, sempre de acordo com Seus
propósitos soberanos.
1. MILAGRE, DEFINIÇÕES
BÍBLICAS
Existem várias palavras
bíblicas para milagre, geralmente atreladas ao conceito de sinal. O termo
hebraico mais recorrente é ot, com o sentido de sinal ou milagre, ressaltando
uma marca distintiva ou visível de uma manifestação divina. É digno de destaque
que essa palavra se encontra em Gn. 1.14, fazendo referência à ordem criada por
Deus. Por conseguinte, compreendemos que a própria natureza é um milagre de
Deus, o sol e a lua são exemplos dessa verdade. Em geral, ot diz respeito a um
milagre ou sinal proveniente do próprio Deus. O arco-íris, que apareceu no céu,
após o dilúvio, é um sinal de Deus (Gn. 9.12). O dia de descanso também é um
sinal de Deus a fim de preservar o bem estar do Seu povo (Ex. 31.13). Mas a
ocorrência mais comum de ot é de um milagre, uma revelação ou atuação divina.
As pragas com o objetivo de julgar a terra do Egito e libertar o povo de Israel
da escravidão tratou-se de um milagre ou sinal de Yahweh (Ex. 7.3; 8.23). O
mesmo pode ser dito a respeito da visitação do anjo da morte (Ex. 12.13) que
deu origem à Páscoa. O nascimento predito do servo sofredor, de uma virgem,
seria um milagre (Is. 7.11,14). A travessia do Jordão pelo povo de Israel foi
que resultou na construção de um memorial (Js. 4.6). A palavra hebraica mophet
é sinônima de ot e significa tanto sinal quanto milagre e maravilha. O Senhor é
o sujeito dos milagres, é Ele quem os realiza (Dt. 13.1; 28.46; I Rs. 13.3; Sl.
105.5). Outra palavra hebraica para milagre é pala, que se refere aos feitos
extraordinários de Deus, tais como os realizados no Egito (Ex. 3.20) e
prometidos ao povo de Israel quando esse adentrasse à terra prometida (Js.
3.5). No Novo Testamento a palavra para sinal é semeion, equivalente à hebraica
ot. Os judeus dos tempos de Jesus queriam ver sinais, isto é, milagres (Jo.
2.18; 6.30), especialmente os fariseus (Mt. 12.38; 16.1; Mc. 8.11; Lc. 11.16,
29). Jesus realizou muitos milagres, mesmo assim os religiosos da sua época não
acreditaram nEle. Isso porque os milagres somente podem ser recebidos pelos
olhos da fé, o homem racional tenderá a negá-los, além disso, há pessoas que ficam
dependentes deles (Jo. 2.11,23; 3.2; 4.48, 54; 6.2,14,26,30; 7.31; 11.47; At.
2.22). Os apóstolos também realizaram muitos milagres, como testemunho (At.
1.8) da autoridade divina a eles conferida (At. 2.34; 4.16; 5.12; 6.8).
2. A
HISTÓRIA DE UM MILAGRE DOMICILIAR
Em II R. 4.1-7 nos deparamos com a história de uma mulher que era
esposa de um dos discípulos dos profetas. A morte do seu marido, que havia sido
servo de Eliseu, deixou aquela família em situação precária. Muitas dívidas
assolavam aquela casa, isso porque um dos credores havia ameaçado vender os
dois filhas da mulher como escravos a fim de que a dívida fosse saldada, algo
legitimado pela lei (Ex. 21.7; Lv. 25.39; Ne. 5.5; Is. 50.1; Jr. 34.8-11).
Diante daquela situação angustiante, a mulher apelou ao profeta Eliseu, a fim
de que esse encontrasse uma solução. Eliseu quis saber o que aquela mulher
tinha em casa (I Rs. 4.2). Ela respondeu que nada tinha de valor, a não ser uma
botija de azeite. É assim que Deus trabalha, muitas vezes dispomos de tão
pouco, mesmo assim Ele não despreza o que temos para oferecer. A multiplicação
do azeite aconteceria em seguida, mas a mulher deveria tomar vasilhas
emprestadas na vizinhança. Ela somente pode fazê-lo porque desfrutava de bom
relacionamento com os vizinhos. Há crentes que não poderiam fazer o mesmo, pois
lhes falta um convívio respeitoso com a vizinhança. O profeta Eliseu dá uma
instrução específica: a mulher deveria entrar e fechar a porta, a fim de
testemunharem o grandioso milagre de Deus. Enquanto havia vasilha a
multiplicação do azeite não parou, a provisão de Deus é suficiente, evita
desperdícios (Mt. 4.13-21). O milagre de Deus não é para a ostentação, algumas
pessoas, inclusive nas igrejas evangélicas, que por amarem o dinheiro, se
desviam da fé (I Tm. 6.10). A situação da viúva foi resolvida porque Deus
entrou em ação através do profeta Eliseu. Mas ela precisou fazer a sua parte,
comercializando o azeite multiplicado (II Rs. 4.7). Quantas pessoas que não
tomam iniciativa na vida, querem tudo sem fazer o menor esforço, essa não é uma
prática cristã. Não podemos esquecer que o trabalho é uma ordenança divina, e
que este dignifica o homem, principalmente quando este ajuda aos outros (I Ts.
4.10-12; II Ts. 3.10-12; Ef. 4.28).
3. DEUS AINDA REALIZA
MILAGRES
Deus continua realizando milagres hoje, isso porque Jesus Cristo é
mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb. 13.8). Infelizmente algumas igrejas
pseudopentecostais estão transformando milagres em negócios. Elas não pregam a
salvação em Jesus Cristo, deixam de atentar para o fato bíblico de que os
milagres são sinais, portanto, devem apontar para o caráter salvífico de Cristo
(Mc. 16.15,16). Mas porque elas fazem uso indevido dos milagres, nós, os
pentecostais, não devemos desconsiderar essa importante doutrina bíblica. A fé
é condição necessária para a realização de milagres, todos os que se aproximam
de Deus precisam tê-la, sem esta é impossível agradá-LO (Hb. 11.1,6). Nos
tempos de Jesus muitos foram curados porque creram no poder de Deus (Mt.
9.28,29), mas outros não receberam o milagre porque descreram (Mt. 14.30,31).
Não podemos deixar de atentar para a orientação bíblica de que os milagres têm
um propósito, e este é o de glorificar a Deus e não aos homens (Jo. 11.4).
Muitas igrejas evangélicas, se é que assim podem ser denominadas, estão
explorando comercialmente os milagres. Elas não testificam da mensagem da
salvação, muito menos da santificação, seus motivos são egoístas (Jo. 6.26). Os
milagres, desde o Antigo Testamento, tinham como propósito revelar a veracidade
da mensagem divina (Ex. 4.1-17). Uma igreja genuinamente cristã, e
verdadeiramente pentecostal, defende a atualidade dos milagres nos dias de hoje
(I Co. 12.8-10). Ela ensina também o evangelho em sua totalidade, incluindo a
doutrina da salvação e da santificação (II Tm. 3.16).
CONCLUSÃO
Através do profeta Elias Deus realizou um milagre na casa da viúva,
ela tinha muito pouco, apenas uma botija de azeite. Nos dias atuais Deus
continua realizando milagres, eles servem para mostrar a veracidade da mensagem
evangélica. Toda igreja genuinamente pentecostal estimula a fé dos seus
membros. Ela não despreza a atualidade dos milagres, principalmente dos dons
espirituais. A ênfase, no entanto, está
na salvação dos perdidos, e no crescimento espiritual em santificação, sem a
qual ninguém verá o Senhor (Hb. 12.14).
BIBLIOGRAFIA
DILLARD, R. B. Faith in the face of apostasy: the
gospel according to Elijah and Elisha. New Jersey: P&R, 1999.
RUSSEL, D. Men of courage: a study of Elijah and
Elisha. Oxford: Christian Focus, 2011.Prof. José Roberto A. Barbosa
sábado, 2 de março de 2013
Assine o abaixo-assinado em favor do pastor: ‘Eu apoio Silas Malafaia!’
Foi
criado no site internacional Avaaz, de abaixo-assinados, uma petição de
pessoas a favor da causa gay para cassar o registro de psicólogo do
pastor Silas Malafaia. O nosso irmão em Cristo, Ricardo Rocha, da Igreja
Nova Jerusalém, do Rio Grande do Sul, criou (também no Avaaz) uma
petição pela não cassação do registro de psicólogo do
pastor. Isto foi postado no dia 9 de fevereiro, mas de maneira
arbitrária o referido site retirou do ar a petição.
Por isso, foi criado um novo abaixo-assinado ‘Eu apoio Silas Malafaia’, pela não cassação do registro de psicólogo do pastor. CLIQUE AQUI e assine você também.
Pr. Silas explica o caso:
No domingo, dia 17, a minha petição
ultrapassou a petição daqueles que queriam me cassar (mais de 65.000 a
meu favor e 55.000 contra). Nesta segunda-feira, dia 18,
inexplicavelmente, a petição a meu favor saiu do site Avaaz.
Veja na imagem abaixo quantas assinaturas já tínhamos alcançado:
Leia o e-mail que o site Avaaz enviou para o irmão Ricardo Rocha, criador da petição online a meu favor. Depois eu volto!
Olá RICARDO
Infelizmente, a maioria dos membros
da Avaaz não apoiaram sua petição e, seguindo nossos Termos de Serviço,
tivemos que removê-la de nosso site. Nós sentimos muito por isso e
esperamos que isso não impeça sua participação ou criação de outras
campanhas.
O texto da sua petição está abaixo
desta mensagem. Você pode considerar recomeçá-lo num site comercial que
não possui restrições legais sobre qual tipo de campanha eles podem
promover como Care2.com, petitionsonline.com ou change.org.
Nossas sinceras desculpas,
A equipe da Avaaz
(Voltei). Perguntas que não se calam e que demonstram a safadeza, parcialidade do Avaaz pela causa gay:
1) Por que só depois de 10 dias, quando o
número a meu favor ultrapassou aqueles que são contra mim, é que eles
resolveram retirar a petição a meu favor do ar?
2) No e-mail acima eles dizem que
promovem campanhas que visam a missão deles. Aqui está a missão do
Avaaz: é a comunidade de campanhas que leva a voz da sociedade civil
para a política global. 65 mil pessoas que são contra a postura do
movimento gay não são as vozes da sociedade? Quer dizer, então, que 55
mil que defendem a causa gay, estes sim, representam a sociedade? ISTO É UMA PIADA! COISA DE SAFADOS INESCRUPULOSOS!
3) É para o povo evangélico ver o nível
de guerra que estamos travando. Em favor da causa gay pode fazer
abaixo-assinado, contra não pode. E o que é mais grave: a campanha visa
me denegrir quando eu não tenho nem o direito de fazer uma campanha para
me defender. Vou entrar com medidas judiciais cabíveis! Peço a vocês
três coisas:
1º) Peço a você para assinar esta
petição que nós mesmos estamos fazendo a fim de enviarmos a presidente
do Conselho Regional de Psicologia. JÁ SUPERARAMOS A MARCA DE 200 MIL ASSINATURAS, MAS PRECISAMOS DO MAIOR NÚMERO POSSIVEL DE ASSINATURAS! >>> CLIQUE AQUI! <<<
2º) Enviem e-mails com mensagens de repúdio ao site Avaaz por esta safadeza inescrupulosa. Clique Aqui.
3º) Se você possui fluência em inglês, envie mensagem de repúdio ao site Avaaz americano (matriz). Clique Aqui.
Fonte: Verdade Gospel
Fonte: Verdade Gospel
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
LIÇÂO 9 - ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO
INTRODUÇÃO
A transfiguração de Cristo, no Monte, é um dos textos que revela a
glória do Senhor, antes mesmo da Sua morte e ressurreição. Na lição de hoje
enfatizaremos esse importante episódios registrado nas páginas dos evangelhos.
Inicialmente trataremos a respeito do evento propriamente dito, em seguida, a
representação de Moisés e Elias em tal contexto, e ao final, refletiremos sobre
a condição de cada crente após a transfiguração de Cristo.
1. A TRANSFIGURAÇÃO DE
JESUS
A transfiguração de Jesus
foi um evento particular (com alguns discípulos) e histórico (em tempo
determinado), pois “seis dias depois”, Jesus tomou consigo “Pedro, Tiago e a
João”, e os conduziu a um monte alto (Mt. 17.1). Esses apóstolos eram os mais
próximos de Jesus (Lc. 6.12). Eles foram chamados, naquela circunstância, com o
propósito específico de serem testemunhas oculares (Mc. 14.33). O monte, ao que
tudo indica, se tratava do Tabor, situado cerca de 16 quilômetros de Cafarnaum.
Mateus diz que “foi transfigurado diante deles”, e que seu rosto “resplandeceu
como o sol” (Mt. 17.2). Suas vestes também foram modificadas, se tornaram “brancas
como a luz”. Jesus, enquanto participante da glória divina, fez raiar essa luz.
Esse momento glorioso antecipou, no plano escatológico, a glória que nEle
haverá de ser revelada (Jo. 12.16,23; 17.5,22-24; II Co. 3.18; Mt. 13.43). Há
quatro aspectos revelados naquele episódio: 1) a glória de Jesus – a palavra
traduzida por transfiguração em português é metamorfose, que significa uma
mudança exterior, proveniente do interior. Do interior de Jesus irradiou uma
luz, ressaltando, assim, Sua glória essencial (Hb. 1.3). Esse acontecimento
serviria para fortalecer a fé dos discípulos, o próprio Pedro confessou que
Jesus era o Cristo, após aquele momento (Jo. 11.40); 2) a glória do Reino de
Jesus – a transfiguração demonstrou a glória do Reino que está por vir (Mt.
16.28), cujo cumprimento visível se dará por ocasião do Milênio (Ap. 19). Após
o arrebatamento da igreja (I Ts. 4.13-17), haverá a Tribulação, que terá fim
quando Cristo vier em glória, como Rei dos reis e Senhor dos senhores; 3) a
glória da cruz de Jesus – sofrimento e glória não são incompatíveis, Pedro
aprendeu essa lição, e a registrou em sua epístola (I Pe. 1.6-8,11; 4.12). A
morte de Jesus não foi uma derrota, mas uma conquista, não no plano político,
mas espiritual, libertando as pessoas do sistema mundano (Gl. 1.4), do
desespero (I Pe. 1.18) e da iniquidade (Tt. 2.14); e 4) a glória de sua
submissão – aquele foi um ato de entrega, no qual Jesus deu o exemplo aos
discípulos de que estava disposto a desfazer-se da glória para acatar o
sofrimento. Aquela realidade inquietou os discípulos, principalmente a Pedro,
que se negou a aceitá-la (Mt. 16.22).
2. MOISÉS E
ELIAS NO MONTE DA TRANSFIGURAÇÃO
A presença de Moisés e Elias, durante a transfiguração de Cristo, tem
um significado. Mateus diz que “apareceram Moisés e Elias, falando com ele (Mt.
17.3). A visão possibilitou que os discípulos reconhecessem aqueles dois
personagens como Moisés e Elias. Moisés representava a autoridade da Lei, é um
símbolo do judaísmo, associado à vinda do Messias. Elias representava os
profetas, sendo um dos maiores entre eles, confirmando, assim, a atuação
messiânica de Jesus na terra. Moisés e Elias revelaram a aprovação do Pai em
relação à missão de Jesus. O aparecimento daquelas duas figuras aponta para a
aprovação do Pai do ministério messiânico de Jesus (Mt. 17.5). Aquele foi um
momento aprazível para os discípulos, que foram levados a perceberem a
transitoriedade daquela circunstância. Isso serve de lição para muitos cristãos
nos dias de hoje. Eles pensam que estão debaixo da transfiguração de Jesus, por
isso, esquecem-se da cruz. Como os discípulos, acham que é muito bom está ali,
sem atentar para a missão a ser desempenhada na terra (Mt. 17.4). Há igrejas
que se acomodam demasiadamente, a glória do templo os impede de saírem para
libertar os cativos. Como Pedro, gostariam de ficar diante do Cristo
transfigurado, querem construir “três cabanas, uma para ti, outra para Moisés,
e outra para Elias”.
3. APÓS O CRISTO
TRANSFIGURADO
Certamente aquele foi um dos maiores momentos testemunhados por
aqueles discípulos, e que os marcariam permanentemente. Mas eles não
conseguiram compreender o significado daquela revelação. Talvez pensassem que
se tratava da glorificação plena de Cristo, que aconteceria depois da
ressurreição. Esse continua sendo um problema para a igreja desses dias. A
teologia da glória tem recebido ênfase demasiada em detrimento da teologia da
cruz. Alguns crentes parecem que estão vivendo já no reino milenial de Cristo.
Não querem mais adoecer e pensam que estão isentos do sofrimento, querem apenas
a plena prosperidade. É preciso destacar que estamos na condição do “ainda
não”, o “já” está na dimensão do espiritual. É bem verdade que curas existem, e
que não é proibido desfrutar de benção materiais. Mas elas não podem retirar o
foco da glória que em nós haverá de ser revelada. Enquanto esse dia não chegar,
tenhamos a consciência de que não podemos ficar no “monte da transfiguração”. O
mundo nos espera, as palavras de Moisés e Elias nos impressionam, mas estão
subordinadas ás palavras de Cristo (Mt. 17.5; Gl. 1.8,9; Hb. 1.1,2). Ele mesmo
levantou os discípulos, dizendo que não tivessem medo. Moisés e Elias
desapareceram, diante deles estava apenas Cristo, não mais transfigurado (Mt.
17.8). O sofrimento da cruz o aguardava, e também a do discipulado, que
caracteriza aqueles que seguem a Cristo (Mt. 16.24).
CONCLUSÃO
Após descerem do monte Jesus orientou aos discípulos para que nada
dissessem até que Ele mesmo ressuscitasse (Mt. 17.9) e fez a exegese de um
texto do Antigo Testamento, mostrando que o Elias que haveria de vir na verdade
era João Batista, (Mt. 17.11). Não que João Batista fosse a reencarnação de
Elias, mas um antítipo, isto é, o cumprimento de um tipo. Quando chegaram à
multidão, aproximou-se de Jesus um homem, implorando para que libertasse seu
filho oprimido (Mt. 17.15). Eis aqui a missão da igreja, não pode fugir da sua
responsabilidade, pois ainda não chegou a hora da sua plena transfiguração (I
Co. 15.54).
BIBLIOGRAFIA
GETZ. G. Elias: um modelo
de coragem e fé. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.
SWINDOLL, C. R. Elias: um homem de heroísmo e
humildade. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.Prof. José Roberto A. Barbosa
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
LIÇÃO 8: O LEGADO DE ELIAS
NTRODUÇÃOA vida e o ministério de Elias
deixam muitas lições para os cristãos deste tempo. Ele foi um homem de
Deus que foi relevante para a sua época. Apesar da crise estatal, e das
suas próprias limitações humanas, foi uma voz profética para aquela
geração. Nesta lição trataremos a respeito do seu legado, sua sucessão
por Eliseu, e as qualidades que fazem com que ele seja digno de ser
lembrado.
1. A SUCESSÃO DE ELIASElias
tinha consciência da sua transitoriedade, mais que isso, reconhecia a
necessidade de um sucessor. Por isso, próximo de ser tomado pelo Senhor
em um redemoinho, partiu de Gilgal, mas em companhia de Eliseu (II Rs.
2.1). Essa é uma característica fundamental de todo homem ou mulher que
exerce função de liderança na igreja. Jesus deu o exemplo preparando
Seus discípulos ao longo do ministério. Paulo formou filhos na fé que
foram capazes de conduzir o rebanho de Deus. O movimento evangélico no
Brasil está em crise. Muitos pastores não vislumbram mais o futuro da
obra, muito menos os valores do Reino. Eles querem se eternizar em seus
cargos, têm receio de perderem “a benção” terrena. A maioria deles não
prepara sucessores para assumir a obra quando partirem. E quando o
fazem, escolhem não com base na orientação de Deus, mas nas
conveniências pessoais. Aqueles que estavam próximos a Elias sabiam que
Eliseu seria o sucessor, e o próprio Eliseu também (II Rs. 2.2-6).
Certamente Eliseu se destacou na escola dos profetas, ele era aquele
aluno que chamou a atenção do mestre. As pessoas a quem Deus chama têm
um potencial que não pode ser negado. Elas geralmente são as mais
interessadas nas “escolas dos profetas”. A preparação faz parte do
processo de formação de um líder, ele precisa tanto de conhecimento
teórico quanto prático. As escolas e institutos bíblicos, bem como as
Escolas Dominicais exercem papel preponderante na formação de líderes.
Se quisermos encontrar líderes que queiram dar continuidade à obra de
Deus, não desprezemos aqueles que estão nesses contextos.
2. O TRANSLADO DE UM PROFETAAntes
de ser transladado Elias passou por um percurso geográfico e, ao mesmo
tempo, espiritual. Ele estava em Gilgal, depois seguiu a Betel, somente
depois ao Jordão. Gilgal foi o princípio, naquele lugar Josué acampou
com o povo de Israel (Js. 4.19). Depois Elias prosseguiu para Betel, um
lugar de oração, onde Abraão edificou um altar ao Senhor (Gn. 12.8).
Somente depois ele partiu para Jericó, o lugar da batalha, e finalmente
para o Jordão, de onde subiu. Aquela jornada fazia parte também da
formação dos seus sucessores. Eliseu reconheceu a necessidade de
acompanhar Elias naquele momento. O sucessor do profeta prometeu não
deixá-lo sozinho, sabia do valor do homem de Deus (II Rs. 2.6). A
ausência de comunhão entre os líderes deste tempo é algo preocupante. A
competitividade se instaurou de tal maneira no seio da igreja que os
pastores não conseguem mais confiar uns nos outros. Eles estão sempre
disputando terreno, querendo ser um maior do que outro. A insegurança
tem feito com que muitos adoeçam tanto no corpo quanto na alma.
Precisamos desesperadamente de “eliseus” entre os pastores. Líderes em
quem se possa confiar, principalmente nos momentos mais difíceis. Essas
pessoas podem, como Eliseu, desejarem o ministério profético, e até
mesmo o pastorado, pois excelente coisa almeja (I Tm. 3.1,2),
respeitando o tempo de Deus. Aqueles que passam o cajado, devem saber
quando devem fazê-lo para não sacrificar a obra de Deus. Elias fez um
pedido ousado, queria ser profeta. Não estava pedindo comodidade, antes
um ministério atuante. Esse é o principal problema de alguns líderes
eclesiásticos, eles não querem assumir o preço do ministério profético. A
seara continua grande, mas os ceifeiros ainda são poucos (Mt. 9.37).
Nem todos querem ir para a seara, preferem os grandes centros, onde há
status e riqueza. Eliseu não pediu para ser sacerdote, mas profeta, essa
é uma diferença que não pode ser desconsiderada. Pedir a porção dobrada
no ministério não significava, como alguém possa pensar, maior
visibilidade. Com a porção dobrada viriam maiores exigências, e por
conseguinte, grandes responsabilidades.
3. DIGNO DE SER LEMBRADOEnquanto
Elias e Eliseu conversavam, veio, repentinamente, um carro de fogo, com
cavalos de fogo e separou os dois. Eliseu viu, admirado, quando Elias
foi tomado ao céu em um redemoinho (II Rs. 2.11). É interessante
observar que Deus também pode manifestar sua presença em momentos
simples do cotidiano. Jesus disse que onde estivessem dois ou três
reunidos em Seu nome ali Ele se encontraria (Mt. 18.18-20). Há quem
pense que o Senhor somente se manifesta nos grandes encontros. Deus
tomou Elias enquanto os dois conversavam, certamente a respeito das
maravilhas do Senhor. Precisamos valorizar mais as coisas pequenas da
igreja, não apenas os eventos vultosos. Eliseu aprendeu muito com os
momentos que esteve a sós com Elias, em conversas, talvez,
despretensiosas. Os discípulos de Jesus extraíram verdades, que se
encontram registradas nos evangelhos, a partir de diálogos simples. A
conversa de Jesus com Nicodemos (Jo. 3) e com a Mulher Samaritana (Jo.
4) são dois exemplos dessa verdade. O líder que será lembrado não é
aquele que ver multidões, mas pessoas. Elias é lembrado porque o seu
ministério esteve focado sobretudo em gente, não em estruturas sociais,
distanciadas de Deus. Muitos líderes eclesiásticos ficarão na lembrança
de poucos. Eles fazem autopromoção em demasia, pois já sabem que cairão
no esquecimento. Mas Elias, e todos aqueles que têm compromisso com a
Palavra de Deus, serão identificados. Acazias soube, pelas
características, que Elias era o profeta de Deus (II Rs. 1.3-8). Esta
geração carece de verdadeiros homens e mulheres que sirvam ao Deus vivo e
verdadeiro (I Rs. 17.1). Elias foi também lembrado por ser um homem de
oração (Tg. 5.17,18). Os líderes eclesiásticos precisam orar mais e
brigar menos, somente assim poderão dar glória a Deus, falar a palavra
dEle, e não a deles mesmos (I Rs. 18.36).
CONCLUSÃOO
mesmo poder que esteve sobre Elias está disponível para os cristãos
hoje (Ef. 3.18-21), não apenas em porção dobrada, mas em abundância (Jo.
16.23; At. 1.8; 2.2-4). Para recebermos precisamos orar, pois esta é a
vontade Deus, dar o Seu Espírito à Igreja (Lc. 11.11-13). Muitos não
receberam o Seu poder porque não pedem, nõ se interessam, querem apenas
bênçãos materiais (Tg. 4.2,3). A vontade de Deus é que sejamos cheios do
Espírito Santo, peçamos, pois, Ele nos atenderá (I Jo. 2.14,15). Mas
não nos afastemos das Escrituras, saibamos manuseá-la, para sermos
aprovados por Deus (II Tm. 3.16,17).
BIBLIOGRAFIAGETZ. G. Elias: um modelo de coragem e fé. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.
SWINDOLL, C. R. Elias: um homem de heroísmo e humildade. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.
SWINDOLL, C. R. Elias: um homem de heroísmo e humildade. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.
Prof. José Roberto A. Barbosa
PARA RECEBEMOS A GRAÇA DIVINA É NECESSÁRIO A FÉ OU A CRENDICE? CUIDADO! MUITOS LOBOS SE FAZENDO DE PASTORES.
Nesses últimos tempos,
temos visto muitas crendices evangélicas, e fico me perguntado: Qual o motivo
para tantas crendices e superstições?
Quem é o responsável por essas coisas estarem crescendo cada vez mais no meio
evangélico? Eu diria que os principais responsáveis são os seus lideres. Ou
seja, pastores em pele de lobo; com diz a bíblia, "Acautelai-vos,
porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas,
interiormente, são lobos devoradores." (Mateus 7: 15).
A metáfora preferida de Jesus Cristo era descrever a
si mesmo como pastor. E é interessante que, quando olhamos para a figura do
pastor, vemos que eram pessoas simples. Os pastores não tem posição social na
maioria das culturas, logo os pastores ocupam os degraus simples da escala
social. Mac Arthur argumenta que essa figura do pastor vem a calhar com o
ministério pastoral, pois o próprio pastor de pastores disse que o maior entre
vós seja como o menor; e quem governa como quem serve (Lc 22.26).
Lamentavelmente, muitos ingressam na vida laboral de pastor para serem servidos
e amados e não para servir e amar.
As crendices, que antes
pareciam ser exclusividade de outras religiões, agora se
alastram também por segmentos evangélicos. Não é bíblica a utilização de
objetos e rituais para se alcançar o favor divino. Mas, o que temos visto hoje
em muitas igrejas, que se dizem evangélicas, é puro misticismos copiados de
algumas religiões orientais e introduzidos na multidão de pessoas simples,
fazendo-a acreditar que o milagre esperado esta na utilização de tais
elementos, como por exemplo: banho de óleo, rosas, mel que cura, cruz que
livra, pano ungido, chave que abre porta, saquinho de sal, martelo da quebra da
maldição, e muitos outros, que enfim, são misticismo em larga escala. Mas o que
mais me deixa indignando é o absurdo que esses lideres fazem em nome de Deus, e
de uma teologia. Hoje em dia vale quase
que absolutamente tudo para fazer valer a chamada teologia da prosperidade, defendida
por tantas igrejas, onde o principal objetivo é o dinheiro.
Hoje muitos abrem uma porta em qualquer
esquina e chama de igreja, mesmo sem preparo ou qualquer noção do que significa
ser pastor sobre o rebanho. E muitos têm cometido desmandos dentro da casa do
Senhor, pisando as ovelhas e abusando da boa-fé, com se fossem os senhores das
igrejas, os todos poderosos que acreditam mandar na igreja do Senhor. Como diz
(Ez 34 3) Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais
as ovelhas.
Estamos vivendo dias de grande sofrimento das
ovelhas, pois foram colocadas à mercê de lobos vorazes, por falta de pastores
que realmente estejam dispostos a dar suas vidas pelas ovelhas do Senhor. Como diz em (II Tm 2. 15) Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro
que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Mas o que temos visto é a falta de amor pelas
ovelhas do Senhor, para a maioria dos pastores hoje o que importa é o dinheiro
e não o amor pela obra do senhor, eles querem ganhar cada vez mais e mais. Não quero difamar pessoa alguma,
mas a coisa está saindo do normal, digamos assim, para o ridículo. Estão
banalizando a fé em Deus. Esses lideres são capazes de fazer qualquer coisa
para ganhar dinheiro. Quando penso que já vir de tudo; tipo meia ungida por
153,00 e
Fronha dos Sonhos por R$91,00, colher de
pedreiro intitulada “Prudente Construtor” por R$ 153,00, e muito mais e agora mas
essa, "O
tijolo da obra de Deus". Trata-se de um tijolinho de plástico, até que
fofinho, que o fiel deve comprar por, no mínimo, R$ 200. Isso é uma vergonha,
um absurdo, onde isso vai parar?
O evangelho de Jesus
Cristo é suficiente para libertar o homem dos seus vis pecados e transformá-los
numa nova criatura. Não há necessidade de nenhum crente em Jesus Cristo
recorrer a essas praticas místicas e pagãs para receber a graça divina.
Unicamente pela fé em Cristo podemos desfrutar das abundantes bênçãos de Deus
em nossa vida. Eles simplesmente brincam com a fé dos fiéis para extorquir
dinheiro. Até quando estes crentes vão continuar cegos, acreditando nesses
falsos Lideres. Não estou dizendo que todos os pastores são iguais, pois tem
muitos pastores que são verdadeiros homens de Deus que dão a sua vida pelas
ovelhas e pregam o verdadeiro evangelho.
VEJA
A DIFERENÇA ENTRE PASTORES E LOBOS
Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se
interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes,
pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos
desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no
cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.
No entanto, não é difícil distinguir entre pastores
e lobos. Urge a cada um de nós exercitarmos o discernimento para descobrir quem
é quem.
1. Pastores
buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
2. Pastores
gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.
3. Pastores
vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
4. Pastores
choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.
5. Pastores
têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.
6. Pastores
têm esposas, lobos têm coadjuvantes.
7. Pastores
têm fraquezas, lobos são poderosos.
8. Pastores
olham nos olhos, lobos contam cabeças.
9. Pastores
apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.
10. Pastores
têm senso de humor, lobos se levam a sério.
11. Pastores
são ensináveis, lobos são donos da verdade.
12. Pastores
têm amigos, lobos têm admiradores.
13. Pastores
se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.
14. Pastores
vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.
15. Pastores
vivem de salários, lobos enriquecem.
16. Pastores
ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.
17. Pastores
sabem orar no secreto, lobos só oram em público.
18. Pastores
vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
19. Pastores
são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
20. Pastores
vão para o púlpito, lobos vão para o palco.
21. Pastores
são apascentadores, lobos são marqueteiros.
22. Pastores
são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.
23. Pastores
se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo
crescimento das ofertas.
24. Pastores
apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
25. Pastores
são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
26. Pastores
falam da vida cotidiana, lobos discutem o sexo dos anjos.
27. Pastores
se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
28. Pastores
sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.
29. Pastores
alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
30. Pastores
buscam a discrição, lobos se autopromovem.
31. Pastores
conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
32. Pastores
usam as Escrituras como texto, lobos usam as Escrituras como pretexto.
33. Pastores
se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
34. Pastores
vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
35. Pastores
ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das
ovelhas.
36. Pastores
lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com
técnicas pragmáticas com jargão religioso.
37. Pastores
confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.
38. Pastores
pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.
39. Pastores
são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
40. Pastores
têm dons e talentos, lobos têm cargos e títulos.
41. Pastores
são transparentes, lobos têm agendas secretas.
42. Pastores
dirigem igrejas-comunidades, lobos dirigem igrejas-empresas.
43. Pastores
pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
44. Pastores
trabalham em equipe, lobos são prima-donas.
45. Pastores
ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes
e seguidoras deles.
46. Pastores
constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de
co-dependência.
Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-nos
do aviso de Jesus Cristo:
“Guardai-vos
dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente
são devoradores (Mateus 7:15).
Referencias
http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/ricardofeltrin1227501-na-tv-pastor-vende-tijolo-para-obra-de-deus-por-r-200.shtml
http://jesusmaioramor.blogspot.com.br/2008/05acautelai-vos-pastores-ou-lobos.html
http://salvospeloamor.blogspot.com.br/2009/10crendices-evangelicas.html
MIRANDA, Francisco Cicero de Ministério pastoral com Unção
Mossoró: queima- bucha, 2012.
SILVA, Martins Alves da, Alerta! Cuidado com coisas Unidas. A voz
da Assembleia de Deus ano, Mossoró RN, P. 2, fevereiro 2011.
Assinar:
Postagens (Atom)





