quinta-feira, 24 de julho de 2014

LANÇAMENTO DE REVISTA SE TORNOU UM MOMENTO MEMORÁVEL DO NÚCLEO SERTÃO VERDE

Nesta quarta (23/07/14) aconteceu o lançamento da Revista Comemorativa de Aniversário do Núcleo Sertão Verde. O que a princípio era um simples evento de celebração, ao final se tornou num grande congraçamento de associações, sindicatos, federações e redes da agricultura familiar do RN com o povo de CG que vive seu momento especial de Festa de Santana 2014.

A equipe Sertão Verde está feliz e fortalecida para correr com dedicação e empenho em favor da agricultura familiar para breve festejar seus 30 anos com mais e melhores motivos a favor do desenvolvimento do semiárido brasileiro.
Fonte: Foto: (reprodução) Facebook Caramuru Paiva



terça-feira, 22 de julho de 2014

LANÇAMENTO DA REVISTA COMEMORATIVA DO ANIVERSÁRIO DO NÚCLEO SERTÃO VERDE

Neste dia 23 de julho o Núcleo Sertão Verde na cidade de Campo Grande estará lançando a sua Revista Comemorativa de Aniversário, o evento ocorrerá 15h na Feira de Produtos da Terra, produzida pela mesma todos os anos durante a Festa de Sant’Ana em frente a Igreja Matriz. Durante o de lançamento da revista, haverá shows com Briola Sales, Swing de Luxo e Forrozão a Mais de Mil.

"Lançamento da Revista Comemorativa do Aniversário do Núcleo Sertão Verde”.

Fonte: CG

É HOJE O INICIO DO VI ENCONTRO ESTADUAL DA ANPUH-RN. EM ASSÚ

Bom Dia pessoal!!!
E finalmente chegou o nosso evento tão esperado.. A parti de hoje damos inicio ao VI encontro Estadual da ANPUH-RN.
E convidamos vocês, claro.. para estar conosco hoje na nossa abertura com o presidente da ANPUH nacional, Rodrigo Patto Sá Mota, a parti das 19:30,no auditório a UERN em Assú..
A programação dará continuidade na quarta, quita e sexta, com mini cursos de manhã e simpósios temáticos a tarde, além das mesas redondas noite...
Você não pode Perder!!
Nosso Encontro é na ANPUH-RN
Abraços a todos..
Até lá..

Programação 
Horário
Dia 22/07/2014
Dia 23/07/2014
Dia 24/07/2014
Dia 25/07/2014
08h as 11h
Credenciamento
Mini-cursos
Mini-cursos
Mini-cursos
14h as 17h
Credenciamento
Simpósios Temáticos
Simpósios Temáticos
Simpósios Temáticos
17h30 as 19h30
Credenciamento
Atividade Cultural/Lançamento de Livros
Assembleia Geral da ANPUH-RN
Reunião dos GT'S
19h30 as 20h
Apresentação da Orquestra de Sanfonas de Assú
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20h as 22h
- Abertura Oficial
- Conferência de Abertura (Prof. Dr. Rodrigo Patto sá Motta)- UFMG e Presidente da ANPUH-RN
Mesas Redondas
1) Currículos de História: licenciaturas e educação básica
Profª. Drª. Circe Maria Fernandes Bittencourt (PUC-SP) Prof. Dr. Raimundo Nonato rocha (UFRN) Prof. Dr. Paulo Eduardo Dias de Mello (USP)
2) Comissão da Verdade: verdades cruzadas
Prof. Dr. José Antonio Spinelli Lindozo - UFRN e membro da Comissão da Verdade da UFRN Prof. Dr. Paulo Giovani Antonio Nunes - UFPB e Presidente da Comissão da Verdade da Paraíba Prof. Dr. Almir de Carvalho Bueno UFRN-CERES-DHC e membro da Comissão da Verdade da UFRN
Mesas Redondas
1) Caminhos dos sertões no período colonial
Profª. Drª Carmen Margarida Oliveira Alveal (CCHLA/UFRN) Prof. Dr. Muirakytan Kennedy de Macedo (UFRN-CERES-DHC) Prof. Ms. Leonardo Candido Rolim (USP)
2) A História Ambiental e suas interfaces com outros campos do saber
Prof. Dr. José Otávio Aguiar - UFCG Prof. Dr. Francisco Carlos Jacinto Barbosa - UECE Profª.Drª. Kênia Sousa Rios - UFC
- Conferência de encerramento (Prof. Dr. Jorge ferreira) - UFRJ
-Encerramento oficial
-Festa com Forro Pé de Serra.

Fonte: Associação Nacional de professores Universitários de História - ANPUHRN

segunda-feira, 21 de julho de 2014

LIVRO AFIRMA QUE LAMPIÃO NÃO FOI MORTO PELA POLÍCIA


Virgulino Ferreira da Silva (1898 – Pernambuco), mais conhecido como “Lampião”, marcou a história do país com o seu movimento reacionário e violento pelas cidades nordestinas nas décadas de 1920 e 1930.
Após a morte de seu pai por policiais em 1919, Lampião, jurou vingança e acompanhado do seu grupo de cangaceiros, foi acusado de atacar pequenas fazendas e cidades em sete estados além de roubo de gado, sequestros, assassinatos, torturas, mutilações, estupros e saques, durante 19 anos.
Versão Oficial
A chocante fotografia acima registrada por um fotógrafo anônimo, ocorreu alguns dias depois, após a madrugada do dia 28 de julho de 1938, dia em que um grupo de soldados da polícia alagoana fortemente armados e liderado pelo tenente João Bezerra, invadiu o acampamento e matou aos 10 cangaceiros que ali repousavam, em Angico – Sergipe, incluindo Lampião e sua mulher Maria Bonita. O bando foi decapitado e suas cabeças expostas como troféus na escadaria da Igreja de Santana do Ipanema.
Versão Extra
lampiao2Apurando mais sobre a fatídica imagem, confrontamos com contraditórios e diversos depoimentos sobre a morte do rei do cangaço. Virgulino Ferreira da Silva não teria morrido nesse dia, e sim, em 1993 de causa natural, no interior de Minas Gerais. O fotógrafo, historiador e escritor, José Geraldo Aguiar, autor do livro “Lampião o Invencível – Duas vidas, duas mortes, o outro lado da moeda”, pesquisou a vida do cangaceiro por 17 anos e é o nome mais forte entre os defensores da tese de que Lampião não morreu em Angico.
Aguiar, que entrevistou Lampião em 1992, descobriu em sua pesquisa que o cangaceiro tinha vários sósias na época usados para distrair as autoridades, que as cabeças foram apresentadas apenas quatro dias depois de serem decapitadas e em mal estado de conservação, que o tenente Bezerra responsável pela sua morte, era na verdade seu amigo e fornecedor de armas e munição ao grupo, e que diante de um alto suborno deixou que o cangaceiro, sua amada e outros homens do grupo escapassem.


OUTRA TEORIA: 

O verdadeiro Lampião, à esquerda. O pretenso Lampião de Buritis, à direita. Notar o formato diferente do queixo. Foto do livro Lampião – Entre a Espada e a Lei” do Pesquisador e escritor potiguar Sérgio Augusto de Souza Dantas.
O verdadeiro Lampião, à esquerda. O pretenso Lampião de Buritis, à direita. Notar o formato diferente do queixo. Foto do livro Lampião – Entre a Espada e a Lei” do Pesquisador e escritor potiguar Sérgio Augusto de Souza Dantas.
A pergunta que fica para nós, meros espectadores, é em qual história acreditar? As evidências estão sobre a mesa.
Fonte: www.nacaonordestina.org

sexta-feira, 18 de julho de 2014

VI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA


VI ENCONTRO ESTADUAL DA ANPUH/RN
Tema: Os Lugares dos Historiadores: Novos e Velhos Desafios
Dias 22,23,24 e 25 de Julho de 2014
Realização: ANPUH/RN e Departamento de História- CAWSL

Lista de Mini - Cursos e Simpósios Temáticos
MINI - CURSOS:
1. A CONSTRUÇÃO DA NARRATIVA DO PENSAMENTO DE JORN RUSEN: A PESQUISA E O ENSINO DE HISTÓRIA.
Diego Firmino Chacon Mestre em Educação - UFRN
Rafael Oliveira da Silva mestrando em História - UERN
Monitor Wladmir

2. A O BRIGATORIEDADE DO ENSINO DE HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E AFRICANA NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
Maria Goretti Medeiros Filgueira Prof.ª do Ensino de Historia da Educação Básica do estado do RN, Mestre em Ciências da Educação/Universidade Lusófona – Lisboa.
Monitor: Selma

3. DEMOGRAFIA E HISTORIA POR MEIO DE REGISTROS PAROQUIAIS.
Cesár Zandonai Barros Camilo - Mestrando – UFRN
Dayane Julia Carvalho Dias - Mestranda – UFRN
Monitor: Kleiton Souza


4. EDUCAÇÃO PATRIMONIAL COMO METODOLOGIA NO ENSINO DE HISTÓRIA.
Jorilene Barros Mestranda em História UFPB
Paula Rejane Doutorando em História UFES/IFBAIANO
Monitor: José Maria

5. ESCRAVIDÃO INDIGENA E AFRICANA NA CAPITANIA DO RIO GRANDE ( SÉCULO XVI E XVII).
Renata Assunção da Costa - Mestranda no PPGH – UFRN
Tyego Franklim da Silva - Mestrando no PPGH – UFRN
Monitor: Amanda

6. HISTÓRIAS DE VIDAS: O USO DE BIOGRÁFIAS NO ENSINO DE HISTÓRIA.,
Profa. Ms. Kaliana Calixto – Profa. da rede pública de Natal e de Parnamirim.
Monitor: Eberlania
7. INVENÇÃO, RESSIGNIFICAÇÃO E MERCADORIZAÇÃO DA MERCADORIZAÇÃO DA MEMÓRIA LAMPIÔNICA EM SERRA TAHADA- PE: A FUNÇÃO DO HISTORIADOR DIANTE DAS AÇÕES DOS PRODUTORES CULTURAIS.
José Ferreira Júnior (Anpuh - PB) Doutorando e Mestre em Ciências Sociais (UFCG) / Especialista em História (UPE) Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Serra Talhada – FACHUSST Faculdade de Ciências da Saúde de Serra Talhada - FACISSTFerreirajunior.jose@yahoo.com.br 
Cristiano Emerson de Carvalho Soares (Anpuh – RN) Mestrando em História (UFRN) / Especialista em História (FAFOPST)Cris.ecsoares@hotmail.com
Monitor: Laise

8. NOVAS PROPOSTAS METODOLOGICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA.
Diego Marinho de Gois Mestre em História pela UFRN Professor Substituto de História UFRN-CERES-CAICÓ. 
Edianne dos Santos Nobre Doutoranda em História pela UFRJ Professora Substituta de História UFRN-CERES-CAICÓ.
Monitor: José Diego

9. O SISTEMA SESMARIAL REVISADO: PERSPERCTIVAS E ANÁLISES.
Ana Lunara da Silva Morais - Mestranda do Programa de Pós-graduação de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Bolsista CAPES. Integrante da Rede de Laboratórios de Experimentação em História Social (UFRN, UFRJ, UnB) – RLEHS, e colaboradora da Plataforma SILB – Sesmarias do Império Luso-Brasileiro. 
Patrícia de Oliveira Dias - Mestranda do Programa de Pós-graduação de História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Bolsista CAPES. Integrante da Rede de Laboratórios de Experimentação em História Social (UFRN, UFRJ, UnB) – RLEHS, e colaboradora da Plataforma SILB – Sesmarias do Império Luso-Brasileiro.
Monitor: Flávia

10. PEDAGOGIA DAS IMAGENS: A ARTE E OS MULTIMEIOS COMO POTENCIALIZADORES DO SABER HISTÓRICO.
Daive Cristiano Lopes de Freitas Mestre em Educação
Monitor: Juliana

11. SEXO E PODER ENTRE GREGOSE ROMANOS.
Profº Ms. Cleyton Tavares da Silveira Silva (UnP; PPGH/UFF)
Monitor: Darlan

12. TRABALHANDOCOM PERIÓDICOS: A RELAÇÃO ENTRE HISTÓRIA E IMPRENSA.
Genilson de Azevedo Farias (Mestre pelo PPGCS - UFRN) 
Maiara Juliana Gonçalves da Silva (Mestranda do PPGH - UFRN)
Monitor: Talisson

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

1. A HISTÓRIA POLÍTICA EM MEIO A VELHOS E NOVOS DESAFIOS.
Saul Estevam Fernandes Mestre em História pela UFRN - Doutorando em História pela PUC-RS – Bolsista Cnpq.
Monitor: Hiago

2. ENSINO DE HISTÓRIA NA CONTEPORANIEDADE: NOVAS PROPOSTAS METODOLÓGICAS.
Diego Marinho de Gois Mestre em História pela UFRNProfessor Substituto de História UERN-MOSSORÓ 
Edianne dos Santos Nobre Doutoranda em História pela UFRJ Professora Substituta de História UFRN-CERES-CAICÓ
Monitor: Rana

3. ENSINO DE HISTÓRIA : ARTICULAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA DO PROFESSOR-HISTÓRIADOR.
Profa. Dra. Margarida Maria Dias de Oliveira – prof. Adjunto - UFRN 
Prof. Mrs. Robson William Potier – prof. Titular – UnP
Monitor: Rosenaldo

4. IMPRESA, INTELECTUAIS E PRÁTICAS DE LEITURAS NO BRASIL ( SÉCULO XIX- XX).
Genilson de Azevedo Farias (Mestre pelo PPGCS - UFRN) 
Maiara Juliana Gonçalves da Silva (Mestranda do PPGH - UFRN)
Monitor: Socorro

5. HISTÓRIA E DOCÊNCIA: DESAFIOS QUE PERMEIAM A TEORIA E A PRÁTICA PEDAGÓGICA.
Profa. Ms. Adriana Cristina da Silva Patrício - Rede Básica de Ensino (SME-Natal/RN). 
Profa. Esp. Keila Monique Marques Costa - Rede Básica de Ensino (SME-Natal/RN)
Monitor: Ediziene

6. HISTÓRIA E MEMÓRIA DAS CIDADES : ESTRATÉGIAS E USOS DO PASSADO.
Prof. Me.Roberg Januário dos Santos (DHI/ Assú – UERN). 
Profa. Ma. Lucilvana Ferreira Barros (DHI/ Mossoró – UERN).
Monitor: Rivelino

7. HISTÓRIA SOCIAL DO URBANO: AS CIDADES BRASILEIRAS ENTRE O IMPÉRIO E A PRIMEIRA REPÚBLICA.
Gabriela Fernandes de Siqueira - Mestranda em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 
Renato Marinho Brandão Santos - Doutorando em Educação pela UMinho – Portugal; professor do IFRN, campus João Câmara
Monitor: Emanoelle

8. HISTÓRIA, CULTURA E IMPRENSA: DIALÓGOS POSSÍVEIS
Jorilene Barros da Silva Gomes Mestranda História UFPB 
Paula Rejane Fernandes Doutoranda em História UFES/ IFBAIANO
Monitor: Mailson

9. IDENTIDADES E CULTURAS EM CONSTRUÇÃO: TEMAS, PROBLEMAS E DESAFIOS A HISTÓRIA INDIGENA NO NORDESTE.
Prof. Dr. Lígio José de Oliveira Maia – Departamento de História – UFRN
Monitor: Sylha Chacon

10. MEMÓRIA, ORALIDADE E HISTÓRIA POLÍTICA
Dr. Lemuel Rodrigues da Silva (UERN e GTNHP/ANPUH) 
Ms. Marcílio Lima Falcão (PPGHS/USP)
Monitor: Camila


11. PODER E CULTURA NO RN OITENCISTA.
Prof. Dr. José Evangelista Fagundes - UFRN 
Prof. Ms Rosenilson da Silva Santos – UFRN/UERN
Monitor: Joelton

12. RELAÇÕES DE PODER NA AMÉRICA PORTUGUESA.
Carmen Margarida Oliveira Alveal – Deptº de História – CCHLA/UFRN 
Helder Alexandre Medeiros de Macedo – Deptº de História – CERES/UFRN
Monitor: Viviane

13. RUMOS DA HISTÓRIA E HISTÓRIOGRAFIA: REFLEXÕES SOBRE A ESCRITA DA HISTÓRIA NO PASSADO PRESENTE DO FAZER HISTÓRIOGRÁFICO.
Diego José Fernandes Freire (mestre em história pelo PPGH/UFRN) 
Thyago Ruzemberg Gonzaga de Souza (Prof. substituto do Dhist./UFRN e mestrando em história pelo PPGH/UFRN)
Monitor: Renata
MESAS REDONDAS
DIA 23/07/2014 – 20h às 22h:
1)    Currículos de História: licenciaturas e educação básica
Profª. Drª. Circe Maria Fernandes Bittencourt (PUC-SP) 
Prof. Dr. Raimundo Nonato rocha (UFRN) 
Prof. Dr. Paulo Eduardo Dias de Mello (USP)
Monitores: Josimar Ribeiro/ Marquinhos/ Juliana
2)    Comissão da Verdade: verdades cruzadas.
Prof. Dr. José Antonio Spinelli Lindozo - UFRN e membro da Comissão da Verdade da UFRN 
Prof. Dr. Paulo Giovani Antonio Nunes - UFPB e Presidente da Comissão da Verdade da Paraíba 
Prof. Dr. Almir de Carvalho Bueno – UFRN-CERES-DHC e membro da Comissão da Verdade da UFRN
Monitores: Márcio/ Flávia/ Marcelo
DIA 24/07/2014:
1)    Caminhos dos sertões no período colonial.
Profª. Drª Carmen Margarida Oliveira Alveal (CCHLA/UFRN) 
Prof. Dr. Muirakytan Kennedy de Macedo (UFRN-CERES-DHC) 
Prof.Ms. Leonardo Candido Rolim (USP)
Monitores: Josimar Ribeiro/ Marquinhos/ Juliana
2) A História Ambiental e suas interfaces com outros campos do saber.
Prof. Dr. José Otávio Aguiar - UFCG 
Prof. Dr. Francisco Carlos Jacinto Barbosa - UECE 
Profª.Drª. Kênia Sousa Rios - UFC
Monitores: Márcio/ Flávia/ Marcelo
Comissão Geral para Demais Afazeres:
Josenilton
Paulo Estevam
Rivelino
Kalyene
Ediziene

sábado, 5 de julho de 2014

“ELES CHEGARAM. ELES TINHAM A BÍBLIA, NÓS TÍNHAMOS A TERRA. ELES NOS DISSERAM FECHEM OS OLHOS E REZEM. QUANDO ABRIMOS OS OLHOS, ELES TINHAM A TERRA E NÓS TÍNHAMOS A BÍBLIA”

“Eles chegaram. Eles tinham a bíblia, nós tínhamos a terra. Eles nos disseram fechem os olhos e rezem. Quando abrimos os olhos, eles tinham a terra e nós tínhamos a bíblia”. Esta frase é do arcebispo Desmond Tutu, e ela refere-se à África, porém, também vale para a América: Diante desta frase podemos perceber que a “colonização”, ou melhor, o  Estado e Igreja atuaram lado a lado nesta  tal de “colonização.
Se analisarmos bem, vemos que os primeiros missionários que chegarão à América crucificam-se os índios em nome de Cristo. Para salvá-los do inferno, é preciso evangelizar os pagãos. Mas esses colonizadores e missionários não estava preocupados em salvá-los das trevas; mas a maior preocupação deles era de levar riquezas para a coroa.
A Igreja impôs uma nova doutrina Cristã ao índio, no qual eles eram obrigados a aceitarem. Pois os missionários condenarão vários aspectos da cultura indígena, considerando que tais manifestações eram diabólicas. Por exemplo, eles combateram a poligamia e as divindades indígenas em nome da moralidade cristã. O autor Josep Barnadas “discute bem essa questão mostrando como a igreja católica enquanto instituição e defensora do cristianismo estabeleceram novas regras sociais e morais, que provocaram uma verdadeira desestruturação social ou desraizamento cultural em muitos grupos étnicos indígenas. Algumas das consequências desse processo foram os suicídios coletivos e a embriaguez desmedida de muitos índios”.
Entretanto quando analisamos o processo de catequese, os missionários praticaram um verdadeiro genocídio de muitas comunidades indígenas e a cristianização de outras refletiu o domínio militar e espiritual dos europeus sobre os nativos, de certa forma os índios não tinha muitas alternativas, pois se eles não aceitassem a nova doutrina, morreria e se eles aceitassem, ficaria sobre o domínio dos europeus. Ou seja, estava entre a cruz e a espada, literalmente.
Entretanto a frase, “Eles chegaram. Eles tinham a bíblia, nós tínhamos a terra. Eles nos disseram fechem os olhos e rezem. Quando abrimos os olhos, eles tinham a terra e nós tínhamos a bíblia”. Mostra o quanto a igreja não estava preocupada com o bem espiritual dos índios, mas estava preocupada em conseguir as riquezas que os índios tinham.
Portanto para eles consegui entrar nestas terras era preciso dominar os índios de qualquer maneira, e como a Igreja Católica estava lado a lado com a coroa, inverteram a “catequização dos índios”. Só que de formar muito cruel, muitos deles foram escravizados e mortos, tudo isso porque eles queriam ficar com riqueza dos “Bárbaros” com diz eles, dessa forma quando os europeus chegaram os índios tinhas muitas terras, os europeus com a catequização tomaram a terra e os índios ficaram, ou melhor, foram obrigados a ficar com a nova doutrina, ou seja, “a bíblia”, o cristianismo.  
 Josimar Ribeiro 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

EM TRIUNFO POTIGUAR/RN A FAMÍLIA DE JOSÉ FERREIRA FILHO (ZECA DA PARAÍBA) E DONA MARTA FELINTO DE ARRUDA É DESTAQUE NA AGRICULTURA FAMILIAR

Seu Zeca, Dona Marta e seus cinco filhos.
A agricultura familiar pode ser entendida como o cultivo da terra realizado por pequenos proprietários rurais, tendo como mão de obra essencialmente o núcleo familiar, ela favorece o emprego de práticas produtivas ecologicamente mais equilibradas, como a diversificação de cultivo, o menor uso de insumos industriais e a preservação do patrimônio genético. Muitas famílias usam o espaço ao redor da casa para plantar os seus produtos, esses espaços têm se tornado cada vez mais um local de auxílio no sustento e na garantia da segurança alimentar para as famílias do Semiárido brasileiro.
Dentre muitos casos de êxito da agricultura familiar do solo potiguar, conhecemos o Seu José Ferreira Filho (Zeca) e Dona Marta Felinto de Arruda. Eles são moradores da Comunidade de Jurema no município de Triunfo Potiguar/RN. São sócios da Associação Comunitária local e participam do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. A família vive exclusivamente da agricultura, fazendo dela sua principal fonte de renda. Seu Zeca e Dona Marta conseguem através da união familiar, superar as limitações se tornando destaques na Agricultura Familiar da região.
A sua produção é diversificada, no seu quintal podemos encontrar uma grande plantação de hortaliças, todas muito bem cuidadas, além de muitas fruteiras. O casal nos conta que cuida de cada planta com muito carinho. Outro fator importante é a criação de aves e animais.
O cuidado com a terra, o amor e a dedicação fazem com que a produção da família cresça mais e mais a cada dia. O que nos chama a atenção é que Seu Zeca não tem um dos braços, porém, isso não é problema para ele. Seu Zeca faz a deficiência se transformar em superação, e consegue desenvolver todas as suas tarefas na agricultura normalmente. Um dos fatores importantes para todo esse sucesso, é a união da família, eles estão sempre juntos dividindo as tarefas e obrigações do plantio, colheita e venda.
“Nasci e me criei trabalhando na agricultura e quero morrer fazendo isso, não penso em parar de trabalhar nunca, pra mim o meu trabalho com a agricultura é essencial”, destaca Seu Zeca. Dona Marta acrescenta “me sinto muito orgulhosa da minha família, que sempre unida consegue viver bem e feliz”.
A produção da família agora tende a aumentar com a chegada da cisterna enxurrada do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2). As tecnologias sociais da ASA (Articulação Semiárido Brasileiro), trará mais esperanças e realizações de sonhos para as famílias agricultoras do sertão.
Seu Zeca e sua família são mais um caso de sucesso, de pessoas batalhadoras que vivem dignamente, através do seu trabalho e da união familiar. É a agricultura familiar possibilitando a resistência dos agricultores e agricultoras no semiárido brasileiro.




Fonte: Centro Padre Pedro Neefs